MME apresenta balanço do Luz para Todos e prevê 400 mil novas ligações até 2028

MME apresenta balanço do Luz para Todos

O MME apresenta balanço do Luz para Todos, destacando que entre 2023 e 2025 foram realizadas 145 mil novas ligações, beneficiando aproximadamente 580 mil brasileiros. Os resultados foram apresentados nesta terça-feira (19/8) pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, durante o evento “Luz para Todos: balanço de investimentos 2023-2025 e primeiro ano de gestão da ENBPar”.

De acordo com o MME, no mesmo período foram firmados 10 contratos que contemplam 22 mil unidades consumidoras em seis estados: Acre, Maranhão, Piauí, Rio de Janeiro, Roraima e Tocantins. Os investimentos associados chegam a R$ 735 milhões.

MME apresenta balanço do Luz para Todos com expansão prevista no Novo PAC

O ministro Alexandre Silveira reforçou que o programa retomou protagonismo a partir de 2023. “No próximo ano, R$ 3 bilhões em investimentos já estão previstos para 80 mil novas ligações. Até 2028, no âmbito do Novo PAC, serão mais 400 mil ligações realizadas, mais da metade delas na Amazônia Legal”, afirmou.

Criado em 2003, no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Luz para Todos já beneficiou mais de 3,7 milhões de famílias, o equivalente a cerca de 17,7 milhões de pessoas. Desde então, os investimentos acumulados somam R$ 27 bilhões, consolidando o programa como uma das principais iniciativas de inclusão energética do país.

Resultados sociais e soluções sustentáveis

Durante o evento, o MME destacou que o programa vem transformando realidades em comunidades rurais e tradicionais. Entre os casos apresentados, está o de Flaviana Pereira, moradora de Timon (MA), que relatou os impactos positivos da chegada da energia elétrica em 2025. Segundo ela, o acesso ampliou sua capacidade produtiva em hortas irrigadas e melhorou a segurança da região.

Relançado em 2023, o Luz para Todos prioriza o uso de soluções sustentáveis, incluindo sistemas solares fotovoltaicos instalados em comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas e tradicionais. O modelo contribui diretamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, ao combater a pobreza energética, gerar renda local e apoiar a preservação do bioma amazônico.

A meta é atender mais de 2 milhões de famílias até 2026, reafirmando o compromisso do governo federal em universalizar o acesso à energia elétrica no Brasil.

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