O Brasil adicionou 1.400,21 MW à oferta centralizada em setembro. Segundo a ANEEL, todas as 27 usinas que entraram em operação são renováveis: solar, eólica, hidrelétrica e PCH. Assim, o avanço reforça o perfil limpo da matriz.
No acumulado até 30 de setembro, a expansão da matriz elétrica alcança 5.921,34 MW. Além disso, novas plantas começaram a operar em 17 estados, com destaque para o Ceará no mês e para Rio de Janeiro, Bahia e Rio Grande do Norte no ano.
Expansão da matriz elétrica avança com solar e eólica
A contribuição de 17 centrais solares somou 934,72 MW, enquanto oito usinas eólicas adicionaram 391,50 MW. Dessa forma, as duas fontes responderam pela maior parte do crescimento mensal. PCHs e hidrelétricas completaram o avanço com 24,00 MW e 50,00 MW, respectivamente.
No recorte anual, 84,37% da potência instalada em operação é renovável. Além disso, a potência fiscalizada totaliza 214.723,8 MW. Esse panorama conversa com a geração de energia solar cresce 14,1% no Brasil em julho, indicador que reforça a tendência de expansão fotovoltaica no SIN.
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Expansão da matriz elétrica se distribui por 17 estados
O Ceará liderou setembro com 515,95 MW, seguido por Rio Grande do Norte, com 373,77 MW. Consequentemente, o Nordeste manteve protagonismo na entrada de projetos solares e eólicos. No ano, Rio de Janeiro soma 1.672,60 MW e segue à frente.
Para acompanhar a entrada de novas usinas, ANEEL disponibiliza painéis com atualizações mensais. No entanto, a integração eficiente de renováveis também depende de medidas estruturais, como o avanço regulatório em armazenamento de energia elétrica, que amplia a flexibilidade do sistema.
A ANEEL atualiza mensalmente os dados de expansão. Próximo marco: consolidação de outubro, com expectativa de manutenção do ritmo em estados do Nordeste e do Sudeste.
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