Em setembro de 2025, o Brasil incorporou 1.400,21 MW à matriz elétrica por meio apenas de fontes renováveis. A expansão acumulada no ano já alcança 5.921,34 MW.
Perfil da expansão da matriz elétrica
Das 27 usinas entrantes no mês, 17 foram solares (total de 934,72 MW), 8 eólicas (391,50 MW), 1 hidrelétrica (50,00 MW) e 1 PCH (24,00 MW). No acumulado até setembro, também se registraram 12 termelétricas com 2.468,05 MW, embora a maior parte da expansão seja renovável.
O total de usinas em operação incrementadas no ano chegou a 97, distribuídas entre solar, eólico, PCH, hidrelétrico e termelétrico. A capacidade total fiscalizada ultrapassa 214,7 GW, sendo 84,37 % proveniente de fontes renováveis.
Implicações e dinâmica da expansão da matriz elétrica
A dominância das fontes renováveis indica a tendência de fortalecimento da geração limpa no Brasil. Estados como Ceará (515,95 MW de expansão) e Rio Grande do Norte (373,77 MW) se destacaram.
Esse ritmo favorece o equilíbrio entre oferta e política de descarbonização, embora os projetos continuem sujeitos a desafios de integração à rede e variabilidade de geração.