Fabricantes chineses dominam ranking global de módulos solares da Wood Mackenzie

Fabricantes chineses dominam ranking global de módulos solares da Wood Mackenzie

A consultoria internacional Wood Mackenzie divulgou recentemente seu ranking global de fabricantes de módulos fotovoltaicos, destacando a resiliência das empresas chinesas no mercado solar durante o primeiro semestre de 2024.

Metodologia de avaliação

O estudo analisou mais de 38 fabricantes de módulos solares de 11 países, que juntos representaram 68% da capacidade global instalada e 84% das remessas mundiais. A metodologia considerou nove critérios principais:

  • Disponibilidade de certificação por terceiros (15%)
  • Maturidade tecnológica (15%)
  • Integração vertical (15%)
  • Adoção de práticas ESG e RSC (10%)
  • Utilização da capacidade (10%)
  • Desempenho financeiro (10%)
  • Experiência em produção de módulos (10%)
  • Anos de experiência na fabricação de módulos (10%)
  • Pesquisa e desenvolvimento (5%)

Top 10 fabricantes globais

O levantamento mostrou que nove das doze primeiras colocações são ocupadas por empresas chinesas. As dez marcas mais bem colocadas foram:

  1. JinkoSolar (China)
  2. JA Solar (China)
  3. Trina Solar (China)
  4. LONGi Solar (China)
  5. Canadian Solar (Canadá/China)
  6. Adani Solar (Índia)
  7. Tongwei, Astronergy (China)
  8. DMEGC Solar (China)
  9. EliTe Solar (Singapura), VSUN SOLAR (Japão), Risen Energy (China)
  10. Maxeon Solar Technologies (Singapura)

A maioria dessas empresas tem mais de uma década de experiência, produzem com alto grau de integração vertical e já ultrapassaram 100 GW de capacidade instalada ou têm previsão de atingir esse marco até 2027.

Leia também

 

👉 Acesse o blog completo com outros artigos técnicos sobre sistemas solares.

📱 Siga nosso conteúdo nas redes sociais:

💬 Participe da nossa comunidade técnica no WhatsApp e no Telegram para trocar experiências com engenheiros e integradores.

Assuntos

Mais lidos

258

1

Energia Solar Fotovoltaica e Autonomia Energética

2

Conquista histórica: Anápolis entra no seleto grupo das 22 cidades inteligentes do Brasil

3

Atibaia rumo à cidade inteligente: PPP vai universalizar LED em 25 mil pontos e digitalizar serviços urbanos até o fim de 2026

4

O setor elétrico brasileiro em 2026: Quando ter quase 90% de energia limpa não é suficiente

5

PPPs de cidades inteligentes e utilização da CICI – Contribuição de Iluminação e Cidades Inteligentes: Oportunidades e desafios atuais

Leia mais

Conexão CPIIC: A importância da proteção contra surtos com Sérgio Santos da Embrastec

Conexão CPIIC: Tecnologia a Serviço da Sociedade com Paulo Valente da SmartLampPost

Automação e Controle de Iluminação: o Futuro Sustentável Começa Aqui!

Energia Solar Fotovoltaica e Autonomia Energética

Conquista histórica: Anápolis entra no seleto grupo das 22 cidades inteligentes do Brasil

Atibaia rumo à cidade inteligente: PPP vai universalizar LED em 25 mil pontos e digitalizar serviços urbanos até o fim de 2026

O setor elétrico brasileiro em 2026: Quando ter quase 90% de energia limpa não é suficiente

PPPs de cidades inteligentes e utilização da CICI – Contribuição de Iluminação e Cidades Inteligentes: Oportunidades e desafios atuais

SIEN 2026: O maior seminário de energia nuclear da América Latina acontece esta semana no Rio de Janeiro.

PUBLICIDADE